segunda-feira, novembro 22, 2004

Then and Now

Do you know the warm progress
under the stars?

Do you know we exist?

Have you forgotten the keys
to the Kingdom

Have you been born yet
& are you alive?

Let's reinvent the gods, all the myths
of the ages

Celebrate symbols from deep elder forests

[Have you forgotten the lessons
of the ancient war]

We need great golden copulations

The fathers are cackling in trees
of the forest
Our mother is dead in the sea

Do you know we are being led to
slaughters by placid admirals
& that fat slow generals are getting
obscene on young blood

W.Horvath: "Gulf War", 1993



Do you know we are ruled by T.V.
the moon is a dry blood beast
Guerrilla bands are rolling numbers
in the next block of green vine
amassing for warfare on innocent
herdsmen who are just dying

O great creator of being
grant us one more hour to
perform our art
& perfect our lives
(...)

[Jim Morison (1970), in An American Prayer]

Now what . . .

sábado, novembro 20, 2004

Aproxima-se mau tempo - Relatório OCDE "Teachers Matter"

Estou em crer que o relatório "Teachers Matter", da OCDE, será seguramente pretexto para mexidas na Carreira Docente.

Confiram os títulos do Público:
E a página da OCDE sobre o assunto em epígrafe.

Mantenham-se atentos, não creio que estas notícias e relatórios sejam aproveitados da melhor maneira. As notícias de margem de página, em jornais destacados, têm vindo a apontar nesse sentido.

Não desanimem, um Bom Fim-de-Semana a todos...

sexta-feira, novembro 19, 2004

Aula de Formação Cívica

Considerando as leituras que fiz da Visão de ontem e os olhos que passei pela nossa blogosfera, estou em dar razão a Luís Cília de que «não se vive em Portugal. Tenta viver-se».

Andamos a perder-nos nos meandros do esdrúxulo, do inane e do estéril, sem dar a devida relevância aos assuntos efectivamente importantes. É a cultura de uma burocracia e um academismo desarticulado e, diria, quase bacoco. Que com ironia digo: mais vale embrulhar em papel celofane, para conservar, e ir buscar mais tarde – pode ser que se aproveite alguma coisa. Há, entre nós, quem insista nisso, nessa quase vacuidade de pensamento que dá em termos práticos nisto:

«Concorda com a Carta de Direitos Fundamentais, a regra das votações de maioria qualificada e o novo quadro institucional da União Europeia, nos termos constantes da Constituição para a Europa

Não sei se me fiz entender, mas, nos termos de Lobo Antunes, além de bullshit, é o total desprezo que a nossa classe política vai ostentando face ao povo português. A mesma indiferença que nos vai alheando de tudo e de todos e que Lobo Antunes tão magnificamente descreve na sua «Crónica que não me rala um chavo como ficou», da Visão desta Quinta, 18. Ele apelida-a de «porcaria de texto», a crónica a que me refiro, mas está ao nível do seu melhor, semelhante a um certo realismo de Gabriel Garcia Marques.

Todos mastigam e ninguém liga, como não ligam os colegas a quem no outro dia referia que devíamos fazer qualquer coisa para travar a utilização, palavra-sim-palavra-não, do vernáculo palavrão entre os miúdos. «Para isso tens que mudar os pais. É o que eles ouvem em casa», responderam-me elas. Pois sim, bela aula de Formação Cívica eu dei. Além da falta de decoro, «o que é isso?», perguntaram-me, «é falta de educação», respondi, «andam sempre com a boca suja». Poeticamente dei a solução: «utilizem um acróstico sempre que vos der na gana de dizer, digam...», dei o exemplo a giz no quadro:

Maria
Emília
Rodrigues
De
Albuquerque


«Professor, e então?», colori as iniciais para perceberem:

Maria
Emília
Rodrigues
De
Albuquerque


Logo fizeram sugestões: Almeida por Albuquerque. Queixaram-se que os pequenos eram os piores, responsabilizei-os [afinal são finalistas!] na educação dos pirralhos. E, admirem-se ou não, está a surtir efeito.

Comecemos pela Sala de Professores: vamos ser simples e práticos.

quarta-feira, novembro 17, 2004

Diário Póstumo

Hoje vou prestar o meu tributo, não ao Vasco, mas ao Sebastião da Gama e ao .
Se fosse vivo, ter-me-ia perdoado o atrevimento de me ter apropriado de uma frase sua para colocar como subtítulo ao meu blog. Refiro-me ao Sebastião, o ido colega que deixou em Diário as suas inquietações: Janeiro, 11.

Novembro, 10: véspera de castanhas, que foram as miúdas que tiveram a iniciativa – e não a letargia contagiosamente latente do conselho executivo [um à parte]. Este diário, que é póstumo, não o do Gama, nem o do Sebastião, mas meu e sobre o Zé. Entenda-se, o meu Zé, que dirijo, que se quer finalista numa escola que não passa do nono ano.

Simpatizo com o rapaz, não por que seja positivamente invulgar no aproveitamento - antes pelo contrário – é de uma ignorância tão ingénua que me deixa naturalmente estúpido a escutá-lo (não me refiro àquela normalidade estúpida que Eusébio Tamagnini, muito ido ministro da educação, atribuía a 15% da população estudantil portuguesa em 1934).

Nesse Novembro, 10, fomos a Aveiro, Centro de Congressos: Campeonato Nacional das Profissões. Um acontecimento para aquela rapaziada das serranias calvas do interior. Elas, ouviram falar do Forum: «Meninas levem dinheiro que podemos fazer umas compritas!», desatou a Alex, eufórica. Mais tarde - lá, quase de regresso: «Ó setôr, por mim, ficava cá, já não voltava pra lá.» Pois, entendo.

Vou-me ordenar. Chegamos antes da hora marcada. Dois aprendizes do Centro de (desem)Emprego e Formação Profissional receberam-nos. Solícitos e simpáticos. Confesso que não lhes cheguei a perguntar se eram concorrentes, tomei-o como um dado adquirido, mas agora tenho dúvidas. Depois de umas actividades lúdicas de trapézio, escalada de paredes e gliding, e uma actividade de «molha-te-na-ria» dentro de umas bolas insufladas de ar, fomos para uma tenda onde nos mandaram sentar nuns pufs. Está-se a ver, alguns quase que estavam a ferrar o galho a ouvir umas vozes que tentavam sistematizar possibilidades de saídas para o mundo do trabalho, partindo da necessidade da formação profissional, enfim. Há um glorioso que se lembra de perguntar ao meu Zé o que é que ele queria ser (finalista?!): «Eu não preciso de nada disso, vou ser TROLHA!». Mais tarde: «Ó setôr, eu só estava a brincar. Trolha não, mas pedreiro. Mas primeiro tenho que passar por trolha...»

A finalidade da visita de estudo, inserida no plano de actividades da escola e projecto integrante da Área de Projecto, era abrir perspectivas, caminhos, horizontes aos miúdos de uma zona pobre - pois pobre – com poucas perspectivas de saída para o mercado de trabalho. [Será que o Zé tinha razão???]

sábado, novembro 13, 2004

Esperem um bocadinho que ele[?] já vem!

Com tantas colocações e recolocações, não resisti à tentação de desenterrar este cartoon do "Puro Veneno" do Rui Pimentel na VISÃO nº 603 (23 Set. 2004). Continua actualíssimo, sem pôr nem tirar... E esta hem! (para os que ainda se recordam).





terça-feira, novembro 09, 2004

15 anos depois - Ein Land und ein Volk?

Pode parecer estranho iniciar este post com a Nobel da Literatura de 2004, Elfriede Jelinek, mas tudo quanto uma austríaca possa dizer terá sempre a ver com a Alemanha. É a sua língua, é a sua cultura, é o espaço geográfico, que é mais que a memória de um Império Austro-Húngaro e as quezílias com os irmão prussianos na procura pela supremacia na região.

O que faltou à Áustria teve a Alemanha de sobra: expiação dos seus pecados, um penoso processo catártico. Pais que décadas não viram filhos, avós que não viam netos, sobrinhos que não viam tios. A culpa não pode morrer solteira, mas... e o dogma político e a hipocrisia?

Jelinek foi frequentemente acusada de «Nestbeschmutzer» («conspurcadora do ninho» - uma outra expressão para traidora da nação), esta expressão encerra em si ainda uma certa memória de um ideário nazi. Compreende-se, implicitamenta, a razão do radicalismo de Jelinek: «A Áustria desgostou-me».

Quais as razões das acusações mútuas?
A anexação 1938 pelo Terceiro Reich foi sempre um subterfúgio. Uma forma cómoda de uma certa classe politicossocial lavar as suas mãos e comodamente manter o poder. Jelinek não é ingénua ao reconhecer nunca ter havido esse processo catártico na Áustria, corresponsável na guerra e no genocídio durante a Segunda Guerra Mundial. A anexação de 38 foi bem-vinda pela esmagadora maioria da população, que sonhava com a reedificação do império e da Grande Alemanha (que incluia a Áustria), facto que sempre foi camuflado e tende a ser esquecido. Jelinek é perseverante ao apontar o dedo acusador a uma Áustria que não se quer redimir e assumir as suas culpas nos derradeiros anos do Terceiro Reich. Já Ingeborg Bachmann, outra notável escritora austríaca, partilhava a mesma opinião: a Áustria nunca expiou os seus pecados.

Gerhard Schröder considera o 9 de Novembro um «Tag der Freude» (dia da alegria), mas também «der Scham und des Nachdenkens» (da vergonha e da reflexão). Entrelê-se a permanência do sentimento de culpa no povo alemão [contudo, há sempre excepções, fala-se pela maioria]. A ironia do destino fez coincidir o dia 9 de Novembro com o mesmo 9 de Novembro de 1938 em que as Sinagogas da Alemanha foram postas a ferro e fogo pelos Nazis.

Na nossa madugrada do 25 de Abril ouviu-se o rebate de José Niza «E Depois do Adeus». A Áustria já teve Jörg Haider, conterrâneo de Adolf Hitler. Esperemos que não hajam outros incubos em gestação.
Desejo toda a felicidade e um relaxante passeio pela alameda «Unter den Linden», símbolo de FREIHEIT (liberdade), ao povo que me ajudou crescer.

sexta-feira, novembro 05, 2004

Bibliotecas ou mediatecas escolares

Partindo do princípio de que quanto mais alta a escolaridade, maior a produtividade, impõe-se a necessidade de criar mais massa crítica na nossa sociedade. Como fazê-lo? revela-se uma questão muito mais difícil do que o mero reduzir aqui e aumentar ali que tem vindo a caracterizar as sucessivas reformas curriculares. Neste sentido, um artigo pelo título de «Pôr os jovens a ler jornais», da pena de Feliciano Barreiras Duarte, Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Presidência (publicado n’O Expresso de 30/10/04, 1º Caderno, pp. 28s.), suscitou-me muitas dúvidas e ainda mais interrogações.

A escola é um espaço de aprendizagem bem como de socialização. Exterior à escola existe um meio sociocultural e geográfico que continua a ser um foco inibidor de progressos, apesar do fenómeno da globalização. O nível de literacia do povo português é proporcional aos seus hábitos de leitura. Como combater a falta de hábitos de leitura dos nossos alunos sem sensibilizar as famílias para a aquisição de uma maior bagagem cultural? A interrogação fica suspensa, como ficará suspensa a resposta.

Será muito difícil combater séculos de letargia cultural e democrática a que o nosso povo foi sujeito. Quando efectivamente tínhamos meios, humanos e económicos, para superar esse défice, houve uma classe dominante que se impôs e esbanjou ao desbarato recursos preciosos de um país pobre; a Inquisição, por outro lado, estropiou, silenciou e afugentou quem de conhecimento e quando alguém surgiu que pôs algum cobro à situação, apesar de algumas medidas controversas, refiro-me ao Marquês de Pombal, logo foi levado ao exílio interior. O panorama não podia ser pior, se não falássemos no 25 de Abril. Mesmo este deixou muito boa gente de pantanas, sem saber ao certo a definição de democracia. Tem vindo a ser aprendida, mas com muitas dificuldades.

A mesma dificuldade perpetua-se nos nossos governantes, que continuam a não fazer o trabalho de casa, preferindo atirar o barro à parede para ver o que dá. Tudo é avulso e mediático, em vez de se estudar, ponderar e reavaliar, esperam-se apenas reacções públicas. Escrevem-se uns artigos para jornais, de preferência com reputação, boa tiragem e publicação. São eles figuras destacadas: ministros, secretários de estado, políticos, professores universitários, e mais um rol deles [não querendo eu ferir susceptibilidades, sendo mais certo que o faça]. As razões das publicações: políticas, auto-promoção, currículo, mas há aqueles que o fazem com seriedade – afinal, nem todos somos iguais.

Há ainda aqueles que escrevem coisas interessantes, mas nem descobriram a pólvora, nem dizem nada de novo, muito menos acrescentam matéria relevante para os assuntos em questão. Refiro-me ao suprarreferido artigo: «Pôr os jovens a ler jornais». Pretendendo ser claro na minha opinião, a gravidade deste artigo é a hipocrisia e a falácia que lhe subjazem. Por outras palavras, a incoerência política. Eu pergunto, de que vale a assinatura gratuita do JL numa biblioteca/mediateca escolar de uma EB 2,3? São poucos os professores que o lêem, os alunos nem lhe tocam. Coloquem lá O Record, A Bola, o 24 Horas ou o Correio da Manhã, por muito sensacionalistas que estes jornais sejam, os alunos – pelo menos – abrem-nos. Quanto à imprensa regional, por muito louvável que a existência desta seja (temos jornais reputadíssimos como o do Fundão), mas, para além de raras excepções, em geral são pouco receptivos à participação em projectos escolares (não pretendo falar no conteúdo de alguns para não melindrar ninguém).

As boas intenções, uma prosa bem articulada, o mero facto da impressão da palavra em suporte de papel, não leva a lado algum. É tão parada como as acções desses senhores. Há que definir o «quê», o «como» e o «quando e onde». Sendo o «quê» o conhecimento a transmitir; o «como», a forma de o operacionalizar; o «quando e onde», o seu contexto sociocultural, físico e temporal. Para isso é necessário dotar, primeiro, as escolas de recursos para que, de seguida, se possam implementar métodos e estratégias activas que levem à criação de dinâmicas que motivem os alunos para a leitura.

Para que se não pense que estou a ser demasiado académico ou teórico, vou tentar dar um exemplo entre os muitos métodos e estratégias activos possíveis: Todos os anos se fazem Feiras do Livro nas escolas, que regra geral não passam de meras livrarias transplantadas para um meio escolar. Depois, levam-se turma a turma numa hora X à exposição dos livros Y, melhor seria levá-las ao cinema – divertiam-se mais. Por que razão não se fazem jogos: puzzels, palavras cruzadas, sopas de letras, inquéritos (elaborados pelos próprios alunos) ou questionários sobre um determinado livro ou livros, que os aproxime e os faça procurar de uma forma activa o livro ou os livros, a revista ou o jornal.

Para ultrapassar letargias socioculturais é preciso ser um pouco mais inventivo e dinâmico, não basta falar. O artigo de Feliciano Barreiras Duarte, Secretário de Estado-Adjunto do Ministro da Presidência, «Pôr os jovens a ler jornais», não passa disso mesmo: uma ida à Feira do Livro numa escola do interior. O artigo que o Sr Feliciano Barreiras Duarte escreveu deveria ter sido em carta (de predferência Correio Azul) à Ministra da Educação, a sugerir-lhe a necessidade de dotar as escolas de jornais e revistas que atraiam os alunos e que sejam capazes de competir com os meios audio-visuais que são colocados nas mediatecas/bibliotecas. Tal como ultimamente se tem vindo a verificar, as bibliotecas escolares têm vindo a ser cada vez mais utilizadas pelos alunos como salas de jogos e de cinema, chegando-se ao cúmulo de, por vezes, alugarem filmes para ver na mediateca, aliás, neste caso, ludoteca.

Porém, não se deve entender a educação como uma domesticação, antes como a activação de saberes e conhecimentos, como uma forma de levar mais massa crítica à nossa sociedade. Quanto mais cultos os portugueses forem menor serão os atropelos à natureza, à democracia e, fundamentalmente, à dignidade humana e assim se aprende a ser democrático e pluralista.

quinta-feira, novembro 04, 2004

George Orwell

É tarde, chega de trabalho, estou com sono.
Mesmo cansado, só me vem à cabeça o George, todo este maldito dia: o Orwell e o W. Bush. O primeiro, admiro imenso, o segundo está na lista dos inadmiráveis, a não ser que ele me venha a surpreender. Apetece-me dizer como a Teresa Heinz-Kerry: "shove it".
O ponto de contacto: apenas o Animal Farm, em português O Triunfo dos Porcos. A declaração de independência dos EUA é um belo hino à suposta liberdade do homem, da humanidade. Mas, como Orwell escreveu: "it is the history of a revolution that went wrong - and of the excellent excuses that were forthcoming at every step for the perversion of the original doctrine." Sensivelmente a 3/4 da novela lê-se também: "All animals are equal but some animals are more equal than others". Há uma certa semelhança com a declaração de independência dos EUA, mas quaisquer semelhanças são impuras coincidências.
Se não soubesse que Animal Farm (O TRIUNFO DOS PORCOS) foi publicado em 1945, diria, antes, 2004.
Ambos George, um eu admiro o outro irá dar, ou não, um grande suspiro. Senhores US Americans: pior cego é o que não quer ver.

terça-feira, novembro 02, 2004

Autocontradição? Vamos lá aos jornais pràs escolas!!!

Muito sinceramente, acho que me vou repetindo, ou é contraditório ou é contradição, de que já nem sei ao certo a definição.
Mas numa daquelas notícias, (de que, pelo menos, alguns não conseguirão passar ao lado sem ler e tentar entender) da edição d'O Expresso deste findo fim-de-semana, da autoria de Feliciano Barreiras Duarte, Secretário Adjunto do Ministro da Presidência (refira-se que é subalterno[?] de Nuno Morais Sarmento), que tem por título o sugestivo «Pôr os Jovens a Ler Jornais». [Este título, para um professor, é bálsamo para o cérebro, telinta nos ouvidos, tem cadência musical.]
Barreira Duarte projecta a sua opinião, referindo que «o problema dos públicos de imprensa preocupa editores, governos e especialistas em comunicação social», mais adiante, para dar mais seriedade ao que refere (com o qual até concordo), cita a Associação Americana de Jornais: «os jovens adultos têm mais tendência para ler jornais quando esse hábito é criado na escola (...)».
Acusar-me-ão de manipular a informação. Aceito! Mas não me poderão negar que tudo isto soa a jargão de marqueting, - e do mais barato.
Por mim, vou pedir uma assinatura gratuita d'O Expresso para a minha escola, ao próprio editor do jornal e, se não surtir o esperado efeito, de seguida farei pedido ao Secretário Adjunto do Ministro da Presidência. Se houve para dez estádios, uma assinaturazita de um semanário será uma gota nos oceanos.
P.S.: O artigo não está online, só para subscritores. Colegas, com a publicação deste artigo, eles não têm autoridade moral para nos recusar assinaturas gratuitas para as escolas. Exijam, basta de palavras, queremos ver actos!!!